Júlia Rocha é graduada em Dança pelo curso de Comunicação das Artes do Corpo da PUC-SP e estuda performance, arte, crítica e curadoria na mesma universidade, onde também desenvolve uma pesquisa de iniciação científica cujo tema é a relação entre corpo e palavra, sob a orientação da professora-doutora e crítica de dança Helena Katz. Atualmente, compõe o projeto “Propulsão/ o que faz viver?” da key zetta e cia, companhia que desenvolve uma parceria artística desde 2008. Entre 2011 e 2010, foi colaboradora de Cristian Duarte no trabalho “The Hot One Hundred Choreographers”; colaboradora flutuante do projeto “Arqueologia do Futuro”, da plataforma DESABA; participou da primeira versão “Transformers”, de Thelma Bonavita; fez assistência para a “Coleta de Vestígios”, de Marta Soares; foi criadora intérprete do espetáculo “Público”, de Adriana Grecchi. Fez uma aventura como atriz, na peça “Valparaíso, um esboço” dirigida por Carolina Mendonça e foi matéria para o “filme-rio” de Daniel Fagundes. Além disso, tem o trabalho “Tentativa de Salvar o Mundo” (2008), que, a medida que é apresentado, é atualizado.